A Escola - Histórico
A cidade, Pitangueiras; o ano, 1997; o mês, fevereiro; o dia 27. Eis que a utopia é transformada em sonho e o sonho materializado em realidade. As visionárias, Yara Hernandes Balieiro, Marlene Aparecida Rosa Tostes e Marta Benedita Sarni Godoy (apoiadas pelas respectivas famílias e auxiliadas de maneira incansável pela amiga Vera Lúcia Torriel). Assim está criado o Centro Educacional Poetisa Cecília Meireles.
Por dois anos (1997 e 1998) o endereço foi Rua Primo Magnani, 20, Jardim Brasília. Um prédio residencial (de três quartos, sala, cozinha, dois banheiros, varanda, edícula e um lindo gramado) adaptado para funcionar como escola, com cinco salas, funcionando em dois períodos. No primeiro ano de funcionamento contou com uma turma de Jardim II, uma de Pré, uma de Primeira série e uma de Terceira série. Já no ano seguinte, foram criadas as de segunda, quarta e quinta séries.
Tem início o ano de 1999: novo e definitivo endereço, Rua Alagoas, 501, Centro. Agora não mais em prédio adaptado, mas sim próprio.
Pode ter parecido fácil esse início, mas, não foi. Muitas foram as peripécias, estratégias e até mesmo golpes de sorte, por exemplo, quando duas cotas de consórcio foram contempladas por sorteio no momento exato do início da construção das primeiras salas de aulas. Essas salas foram construídas nos terrenos "emprestados" por Osmar Bernardes Tostes, marido da Marlene, que autorizou a demolição de sua oficina de motos para que a obra fosse iniciada. Posteriormente, no decorrer dos anos que se seguiram, os terrenos foram pagos, a oficina foi reconstruída em local próximo e novos terrenos foram adquiridos para ampliação do número de salas de aula, instalação da quadra coberta e de outros ambientes pedagógicos. No momento, está em andamento a construção do prédio adequado especificamente para a Educação Infantil.
Descritas as fases de estrutura física, passemos às de crescimento propriamente ditas.
A partir de 1999, completam-se os quadros de Educação Infantil, com as turmas de Maternal I, II Jardim I, II e Pré (nomenclatura da época) e de Ensino Fundamental, abrangendo então de 1ª a 8ª séries. Em 2004 é instalado o curso de Ensino Médio, que tem como primeiro Coordenador e grande incentivador o Prof. Marcelo Guimarães Leal e, nesse ponto não há como deixar de citar a amiga Maria Sylvia Avezum, parceira inseparável do prof. Marcelo na importante tarefa de alavancar a crescente adesão de novos alunos ao curso então recém- criado.
Nessa fase, a escola começa a despontar com os primeiros alunos adentrando Universidades Públicas, conquistando boas colocações nos mais variados concursos escolares.
Em 2005 o Prof. Marcelo, por motivos pessoais, deixa a Coordenação do Ensino Médio e é substituído pelo Prof. Elton Fabrino Fatareli, filho de Pitangueiras, que passa a exercer essa função também de maneira muitíssimo dedicada e competente. A partir de então, a cada ano letivo que se encerra, cresce o número de "bixos" do Cecília em Universidades Públicas, sem contar com os primeiros lugares nos concursos regionais de Química e classificação no ENEM.
| Primeiras Turmas - 1997 |
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| Maternal |
Nível I |
Nível II |
1ª série |
3ª série |
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| Encerramento do 1º ano letivo - 1997 |
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A Escola - Filosofia de Trabalho
O Cecília Meireles vê a escola como o local que, por excelência, privilegia o direito de aprender com qualidade, mas que tem também por missão, garantir a aquisição do hábito de continuar aprendendo por toda a vida.
Esta escola, por acolher todo o Ensino Básico, procura manter, sobre a criança e o adolescente, o olhar que os valoriza como seres inteiros, inteligentes e portadores de capacidades particulares para se relacionar, interagir, interpretar o mundo adulto e protagonizar suas próprias produções.
A Escola - Seu modo de fazer
É na EDUCAÇÃO INFANTIL, primeira etapa do Ensino Básico, que as crianças, na vivência de brincadeiras, na produção de desenhos, expressão de gestos, de fantasias, e na interação entre si, explicitam a maneira como interpretam a cultura adulta em que se inserem, mas também abrem espaço para a recriação da própria cultura, da própria identidade, da construção do próprio conhecimento.
Já no ENSINO FUNDAMENTAL, segunda fase do Ensino Básico, a aprendizagem é facilitada pela reflexão, interpretação do cotidiano com base na vivência de experiências, nas pesquisas, seminários e na utilização de tecnologias de informação. Entretanto é numa postura de diálogo constante, de discussões sobre limites, valores, ética e moral que se garantem não apenas a construção do próprio conhecimento, mas principalmente da própria Educação.
No ENSINO MÉDIO, fase final do Ensino Básico e preparo para o Ensino Superior, a marca é do desafio: ENEM, vestibulares, mercado de trabalho, dúvidas e incertezas acerca da profissão e, não bastando, as transformações biológicas, psicológicas e sociais do adolescente.
Tantas pressões, internas e externas, são os motivos do grande empenho da escola que adota, então, algumas estratégias de ação em complemento ao trabalho pedagógico. Exemplificando, promove, de maneira sistematizada, visitas a universidades públicas, como UFSCAR, UNICAMP, com vistas a oferecer aos alunos informações mais precisas sobre cursos e profissões. Também mantém, em parceria com as famílias, o projeto de Orientação Vocacional, elaborado e aplicado pelo profissional Renato César Silvério Júnior, formado pela UNESP - Assis, com especialização nessa área de atendimento.
Enfim, tanto no Ensino Médio, quanto nas etapas anteriores, a escola mantém como premissa garantir o melhor quadro de profissionais de que pode dispor, sempre atualizados por cursos, palestras e capacitações; paralelamente oferece à clientela possibilidades de excursões, visitas a museus, teatros e outros ambientes culturais. Promove também, anualmente, há 13 anos, o já tradicional SEACC (Semana de Exposições de Arte, Cultura e Ciência), ocasião em que a participação de todos, direção, coordenação, professores, funcionários, alunos e familiares, é marcante e acontece sempre com muito entusiasmo.